3 benefícios da pós-graduação para a sua carreira

Quer potencializar sua carreira? Comece uma pós-graduação no Mackenzie

O que antes era um diferencial, hoje é apenas o início da trajetória profissional: os cursos de graduação. Estes deixaram de ser um item do “alto escalão” e passaram a ser uma formação mínima esperada para os cargos táticos e, em alguns casos, também para os de funções operacionais. Desde então, as pós-graduações tornaram-se ainda mais importantes.

Os cursos de pós-graduação são aqueles que exigem a obtenção de um diploma de graduação para realizá-los e são divididos em dois tipos: lato sensu e stricto sensu. Esse último pode ser de mestrado ou doutorado e tem como finalidade formar pesquisadores nas diferentes áreas. Por isso, ainda que haja mestrados profissionais com o objetivo de discutir e encontrar soluções concretas para os diversos problemas de diferentes campos profissionais, a “natureza” desses cursos é predominantemente acadêmica.

Especialização: realizá-la dentro ou fora do Brasil?

Já os cursos de pós-graduação lato sensu se referem àqueles de aprimoramento profissional e são os mais comuns. Nele, enquadram-se as especializações, que podem ser apresentadas com esse nome ou outros, como MBA (denominação usada para cursos de especialização voltados à área de Gestão, cujo nome deriva de Master of Business Administration) ou residência, que é quando o bacharel em Medicina adquiri uma especialidade médica.

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Como se pode perceber, em vez de uma expertise acadêmica, as especializações têm como finalidade que os profissionais saiam do curso com novas ferramentas para contribuir no mercado. Esse know-how pode fazer a diferença na organização onde o profissional atua e na trajetória dele.

Ficou interessado? Então, acompanhe três contribuições das especializações para a sua carreira, seja para consolidá-la, conseguir um novo emprego ou ter uma promoção. Em qualquer área, as especializações são um passo importante em direção a essas conquistas.

1. Dominar uma área de conhecimento

(Fonte: Shutterstock)

O mercado tem-se ramificado cada vez mais. Diante disso, ter uma graduação costuma ser uma qualificação mínima, longe de ser uma formação suficiente. E é aí que entram as especializações: elas são capazes de abordar uma subárea específica de conhecimento e dar suporte ao profissional para que ele desempenhe com qualidade as funções ligadas a ela.

Um exemplo disso é a residência. Como na área médica há uma infinidade de atuações, no caso do Brasil há mais de 50 especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina, é de praxe após a conclusão do bacharelado (que o torna um profissional generalista e o qualifica para o início da experiência clínica) o ingresso à residência, pois é nessa etapa do estudo que será formado um especialista de uma área específica.

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Essa formação é fundamental na carreira de médico, seja na atuação básica em hospitais, corporações ou qualquer outro espaço. E, mais do que um estudo importante, muitas das práticas profissionais dependem dessa formação. Um cirurgião cardíaco, por exemplo, deve fazer 6 anos de graduação, 2 anos de residência em cirurgia geral e, então, mais 2 anos nessa subespecialidade.

O mesmo vale para advogados. O curso de Direito é outro exemplo de um bacharelado generalista, em virtude da vastidão de sua aplicação. Por isso, além de passar na prova da OAB, os futuros advogados deverão manejar conhecimentos específicos para atuação em alguns campos. A especialização pode ser o espaço de recorte para os diferentes ramos, como direito previdenciário, civil, trabalhista ou penal.

2. Atualização

(Fonte: Shutterstock)

Um engenheiro da computação formado em 1990, por exemplo, possivelmente estudou hardwares em desuso atualmente ou conheceu alguma programação em linguagens consideradas agora anacrônicas. A área está entre as mais dinâmicas, portanto esse é um exemplo de como a atualização permanente do conhecimento desses profissionais e de outros é uma condição de sobrevivência no mercado.

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A formação continuada de professores é outro exemplo da necessidade de atualização constante em que os cursos lato sensu são bem-vindos. Seja sobre novas possibilidades didáticas ou área de formação, estar atualizado em sala de aula é fundamental. Inclusive em um período de popularização da produção de conteúdo na internet, no qual muitos alunos têm acesso a uma gama enorme de informações no meio virtual, demandando dos docentes um cuidado especial em relação à atualização.

3. Mudança de área

(Fonte: Shutterstock)

Outro fator recorrente nas trajetórias profissionais é a migração entre diferentes áreas corporativas pelos colaboradores das organizações. Esses deslocamentos exigem novas habilidades. Por exemplo: um contador que trabalhava na contabilidade e passará à auditoria pode precisar de formação na área de compliance; já um gerente de logística que migra para a supervisão de vendas pode precisar saber alguns conceitos de marketing.

Nesses casos, as especializações são ótimas soluções, pois são mais rápidas e focadas do que a pós-graduação stricto sensu. Além disso, duram menos tempo do que uma graduação e são mais consistentes do que cursos de extensão.

Fonte: Exame, Vagas.com.

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