Matemática: 3 erros mais comuns em cálculo com frações

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Na hora de prestar vestibular, é inevitável repassar os conteúdos mais cobrados e estudar de forma sistemática. Seja pela concorrência, seja pela dificuldade da prova, é fundamental se dedicar a todos os conteúdos, inclusive às disciplinas que são o “bicho-papão”. E é aí que entra a Matemática.

Ela está entre as matérias que mais amedrontam os alunos. Mas o que nem sempre se considera é que medidas simples podem melhorar significativamente o resultado nos estudos. A razão disso é que muitos dos erros são de fundamentos básicos.

Um exemplo está nas frações, aprendidas ainda no Ensino Fundamental. É comum que mesmo as contas mais complexas passem por elas. E, se alguns cuidados não forem tomados, existe o risco de cair em armadilhas elementares.

Listamos aqui os três erros mais comuns na resolução de frações. Confira!

1. Cortar elementos iguais sem observar o contexto

Só se pode cortar os elementos na fração se eles estiverem sob multiplicação. (Fonte: Rido/Shutterstock)
Só se pode cortar os elementos na fração se eles estiverem sob multiplicação. (Fonte: Rido/Shutterstock)

Existe um princípio nas divisões representadas em fração que permite cortar itens iguais no divisor e denominador. Então, se uma fração é “2xy / x”, pode-se cortar a incógnita x “em cima e em baixo” e chegar na expressão “2y”.

Mas isso é válido porque os elementos estão regidos por uma multiplicação. A mesma fração poderia ser expressa como “2.x.y / x”, em que os pontos representam a operação de multiplicação.

É por isso, por exemplo, que na fração “2xy + 1 / x” não se pode cortar a incógnita x. Afinal, o “x” está se multiplicando com o termo “2y”, mas não com o 1.

2. Esquecer que funções exponenciais expressam multiplicações simples

Treinar cálculos e resolvê-los do seu jeito é a melhor forma de ganhar confiança. (Fonte: Rido/Shutterstock)
Treinar cálculos e resolvê-los do seu jeito é a melhor forma de ganhar confiança. (Fonte: Rido/Shutterstock)

As funções exponenciais costumam assustar. À primeira vista, “5z²” soa muito complexo. Por isso, vale a pena enfrentar essas questões sem medo e reescrever a operação em sua forma mais elemental. Nesse caso: “5.z.z”.

Outra forma de ir bem no cálculo é lembrar das funções relacionadas ao expoente. Assim, é possível criar atalhos e treiná-los até que se esteja à vontade com eles. 

Isso é importante porque, na hora do vestibular, a resolução das questões não passa apenas por conhecimento técnico, mas por tranquilidade. O estado mental faz diferença, e resolver as questões do seu jeito pode ajudar a atingir resultados melhores.

3. Confundir produtos notáveis

O nervosismo pode atrapalhar mais a prova do que o desconhecimento da matéria. (Fonte: Rido/Shutterstock)
O nervosismo pode atrapalhar mais a prova do que o desconhecimento da matéria. (Fonte: Rido/Shutterstock)

Existem muitas formas de expressar funções quadráticas, mas algumas delas são chamadas de produtos notáveis porque são comumente encontradas e expressas de formas mais conhecidas. Veja:

É por isso que, quando ela aparece nas contas, você pode rapidamente lançar mão do seu equivalente. Mas cuidado: não confunda os produtos notáveis. Os sinais e a forma como as expressões aparecem fazem toda a diferença.

Com essas dicas em mente e muito treino, você tem tudo para arrasar nas contas. Boa sorte!

Fonte: Brasil Escola.

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