Quantas cepas do coronavírus já existem no Brasil?

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A covid-19 levou o mundo a uma realidade não imaginada. O isolamento social, o número elevado de mortes, o desemprego e os insumos insuficientes para a fabricação de vacinas são uma preocupação constante na vida das pessoas.

Por conta disso, muitas medidas de proteção são lembradas com insistência em todas as mídias, mas a doença não para. Apesar dos esforços, as autoridades sanitárias se veem diariamente diante de novas cepas, que se espalham pelo Brasil. 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em conjunto com outros institutos, já identificou 100 variantes no País até o início de junho de 2021. Entenda mais o assunto.

Como as cepas são classificadas?

A identificação por letras gregas tenta fugir da estigmatização dos locais de origem das novas variantes. (Fonte: Dana S/Shutterstock)
A identificação por letras gregas tenta fugir da estigmatização dos locais de origem das novas variantes. (Fonte: Dana S/Shutterstock)

Os pesquisadores da Fiocruz já identificaram cerca de 100 variantes do coronavírus no País. Para categorizá-las, eles têm trabalhado com as seguintes classificações:

Esse critério segue a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que hierarquiza as mais preocupantes em razão da altíssima taxa de transmissão. 

Na tentativa de evitar a descriminação contra os países de origem das cepas (a exemplo do que tem ocorrido com a China, provável epicentro da pandemia), a OMS nomeou as cepas com o alfabeto grego. São elas: Alfa (Reino Unido), Beta (África do Sul), Gama (Brasil) e Delta (Índia).

Saiba por que novas variantes preocupam

As cepas tendem a se alastrar pelos estados brasileiros com muita velocidade. (Fonte: The Digital Artist/Pixabay)
As cepas tendem a se alastrar pelos estados brasileiros com muita velocidade. (Fonte: The Digital Artist/Pixabay)

As quatro variantes que levam o nome das letras gregas são as principais, porque as demais não se mostraram detentoras de características como essas, com tamanha transmissibilidade. Porém, como ainda há baixa cobertura vacinal, isso reforça a importância do distanciamento. 

O principal temor é que, ao demorar muito tempo para a pandemia acabar e, portanto, com mais transmissão e o contato, maiores são as chances de novas variantes surgirem. Elas podem ser cada vez mais letais, além de poder fugir ao que as vacinas existentes dão conta de cobrir atualmente.

Além disso, deve-se considerar que algumas das mutações, como a Delta, estão chegando agora ao País. Tudo indica que elas avançam pelo território nacional, causando muitas internações e óbitos, como ocorreu com a cepa de Manaus.

Por isso, é importante que a população mantenha os cuidados básicos: isolamento social, uso de máscara e álcool em gel continuam sendo necessários. É a falta de prevenção e a exposição a riscos desnecessários que maximiza a covid-19 no Brasil.

Fonte: CNN Brasil, Correio Braziliense, Portal Fiocruz, Câmara dos Deputados.

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