O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, por isso muitos universitários planejam a continuação dos estudos ao fim do primeiro curso. Existem ao menos dois caminhos para isso: procurar uma pós ou fazer outra graduação.

As duas opções têm vantagens particulares. A segunda graduação é uma oportunidade para mudar de ramo ou ampliar os conhecimentos em uma mesma área. Como a escolha pode ser tão complexa quanto na primeira vez, é preciso levar em consideração uma série de fatores.

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Dicas de recrutadores podem ajudar muito. A troca completa de área, por exemplo, pode dar a impressão de que você é um profissional sem foco, portanto saiba justificar um novo curso em entrevistas de emprego, a depender do que você deseja para sua carreira. Já a escolha de um segundo curso dentro da própria área de atuação costuma ser mais bem vista, porque os recrutadores compreendem que você quis ampliar seu conhecimento.

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3 principais motivos para uma nova graduação

1. Insatisfação profissional

Normalmente, a definição do curso universitário costuma ocorrer muito cedo. São centenas de opções disponíveis e nem sempre a melhor escolha é feita logo na primeira vez, o que pode gerar frustração profissional e, depois de um tempo, atiçar a vontade de voltar à universidade.

Também é possível que a primeira graduação tenha sido incrível, mas que o mercado de trabalho não seja exatamente o esperado. Assim, buscar uma opção em que haja maior identificação e afinidade é algo bastante comum para quem quer se sentir realizado profissionalmente.

2. Plano B

Essa alternativa requer um planejamento maior, pois a segunda graduação pode tanto dar novos rumos para a carreira como aprofundá-la em uma área mais específica. Ter um plano B é fundamental para momentos de crise, que podem aparecer em qualquer etapa da vida. Um jornalista, por exemplo, pode escolher cursar Educação Física tanto para se tornar personal trainer quanto repórter esportivo.

3. Ampliação de conhecimento

Um dos motivos mais comuns para a escolha da segunda graduação é complementar a primeira formação. Um médico pode optar por Psicologia, um historiador pode escolher Artes, enquanto um engenheiro mecânico pode fazer Engenharia Elétrica e por aí vai. Assim, o aprendizado impacta diretamente aquilo que a pessoa já faz em sua rotina de trabalho, além, é claro, de ser bem visto por entrevistadores.

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Você pode levar em conta alguns aspectos antes de se lançar à aventura de começar um novo curso.

  • Disponibilidade: você tem tempo para uma nova graduação? Como ela irá afetar sua rotina? Planeje o curso para quando você tiver tempo para se dedicar a ele.
  • Situação financeira: quanto uma nova graduação irá impactar em seu orçamento? É possível se dedicar 100% aos estudos ou será preciso conciliá-los com trabalho remunerado? Esse cálculo precisa ser feito para não gerar dívidas no futuro.
  • Mercado de trabalho: a nova graduação tem um mercado de trabalho aquecido? Você se enxerga exercendo a nova função?
  • Objetivo: o que você planeja com a segunda graduação? Trata-se de um hobby ou de um investimento pessoal? Entender seus propósitos irá ajudar a tomar a decisão mais acertada.

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