6 dicas para auxiliar seus filhos em meio ao lockdown

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Se, para os adultos, a pandemia é um período de muitos desafios, o impacto psicológico sobre as crianças causa ainda mais preocupação. Considerar que as famílias se isolaram em uma bolha de proteção não é exagero. E, nesse contexto, pais e responsáveis tentam manter o equilíbrio entre suas tarefas e o cuidado dos filhos.

Para os pais, há mais dúvidas do que respostas: como manter os filhos seguros sem transmitir ansiedade e preocupação? De que maneira é possível auxiliar na educação (se não foram capacitados para isso)? Muita coisa ao mesmo tempo, não é? Confira algumas dicas para superar esse momento.

1. Crie rotinas bem estabelecidas

Ter horários estabelecidos ajuda as crianças a se sentirem seguras. (Fonte: Wavebreakmedia/Shutterstock)

Em meio à pandemia, as fronteiras se dissipam. Trabalho, escola, academia e diversos outros espaços convivem na sala de casa. Por isso, criar uma rotina é algo bem-vindo às crianças e ajuda-as a lidar com o estresse. Com brincadeiras, leitura e jogos, elas ficam despreocupadas e relaxadas. Sempre que possível, é importante tentar manter uma rotina, especialmente antes do horário de dormir. Isso contribui para um sono tranquilo.

2. Transmita segurança

Os diversos meios de comunicação invadem os lares com notícias perturbadoras sobre a pandemia. Avalie se as crianças devem ouvir os noticiários. Elas podem confundir notícias com a realidade pessoal, acreditando em algum perigo iminente à sua volta.

Caso algum amigo ou familiar esteja contaminado, explique que as crianças não estão propensas a contrair o vírus como os adulto. Reforce que diversas equipes de profissionais estão empenhadas em auxiliar os que necessitam de tratamento.

3. Converse com as crianças sobre a pandemia

Para as crianças, pode ser assustador perceber que o risco de morte está sempre presente. Por isso, convide-as para falar sobre a covid-19. Assim descobrirá quais são as informações que elas já têm e poderá auxiliá-las com seus medos e questões.

Além disso, deve-se levar em conta a idade da criança para que ela entenda a realidade dentro de suas condições, mas, se demonstrar relutância, não insista. Então, considere outros meios de investigação, como brincadeiras e jogos que podem proporcionar um ambiente onde ela se sinta mais à vontade. Caso demonstre ansiedade ou medo, seja empático: assim ela saberá do seu apoio. 

Caso seja questionado de algo que não domina, seja honesto. Sugira pesquisarem juntos o assunto. Aproveite para lembrar que algumas informações online não merecem crédito e direcione o estudo para áreas seguras.

4. Estimule as medidas básicas de higiene

Formular brincadeiras em torno das medidas de higiene é uma forma divertida de ensiná-las. (Fonte: Alonafoto/Shutterstock)

Certamente o seu filho já se cansou de ouvir sobre os protocolos de higiene, mas reforce o assunto. Seja criativo! Ensine de maneira lúdica — que tal usar música e inventar uma coreografia engraçada?

E o ato de cobrir nariz e boca com o cotovelo ao tossir e espirrar? Invente um desafio: para cada vez que lembrar de fazer isso, receberá um bônus que, acumulado, se reverterá em prêmio. Que tal uma comidinha que ele adora?

5. Atividade física e nutrição

Movimentar-se é fundamental para o desenvolvimento motor das crianças. Crie brincadeiras que exijam gasto de energia: invente exercícios divertidos, simule natação na sala de estar e participe da brincadeira de esconde-esconde. Pular no colchão não é mais pecado!

A gastronomia também pode ser a sua aliada. Crie lanchinhos saudáveis e aproveite para envolver as crianças nas tarefas: separe as funções conforme a idade e habilidade, ensinando o preparo. Assim, a hora do lanche será uma diversão em família.

6. Divulgue e estimule boas ações

Transmita para as crianças as boas notícias de que tiver conhecimento – isso demonstra otimismo, apesar da pandemia. Explique os atos de generosidade do voluntariado e compartilhe a admiração por quem está trabalhando em favor da comunidade. Isso despertará na criança empatia e amor.

E que tal criar uma campanha dentro do ambiente familiar? Incentive a participação do seu filho. Enquanto você doa roupas ou alimentos, peça a ele que contribua com um brinquedo e sugira que faça um desenho para acompanhar a doação. Ele provavelmente vai querer repetir a experiência!

Fonte: Istoé, Unicef, Coronavírus PR, Veja Saúde.

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