Toda área de formação tem uma gama de livros indicados para os profissionais que se dedicam a ela. Essas obras podem servir como uma base de experiência que será útil durante toda a carreira e até mesmo fora dela, e a mesma situação ocorre com as atividades da área de Direito.

Criamos uma lista para alunos e apaixonados por Direito com algumas produções recomendadas por profissionais da área há décadas. Embora tenhamos citado que devam ser lidas durante os estudos, nada impede a leitura antes ou depois da graduação. O importante é que você abra sua mente para absorver as dicas contidas nos enredos, que nem sempre são tão explícitas.

1. “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”

(Fonte: Companhia Editora Nacional/Reprodução)

Vivemos na era da comunicação e da interação social e precisamos aprender a usar isso a nosso favor. A universidade é um ambiente em que se constroem conexões que podem durar por toda a vida, então saber cultivar bons relacionamentos com colegas e professores é essencial para o graduando aumentar suas chances de sucesso profissional e pessoal.

Esse livro tem o objetivo de facilitar essa interação e ajudar a transformá-la em amizades saudáveis entre pessoas que estarão aptas a ouvi-lo e compreendê-lo.

2. “A Arte da Guerra”

(Fonte: Buzz/Reprodução)

Esse é um clássico indicado para todos os profissionais devido aos conselhos e às táticas para superar desafios, assim como manter a postura diante deles. “A Arte da Guerra” é muito popular entre pessoas que ocupam cargos de chefia.

3. “Um Pilar de Ferro”

(Fonte: Editora Record/Reprodução)

Esse livro conta a história de Marco Túlio Cícero, orador, advogado e político da Roma antiga. Apesar de se passar em uma época muito anterior à nossa, é possível perceber que as coisas não eram muito diferentes de hoje, o que pode ajudar a entender por que certos acontecimento são comuns até hoje. De quebra, as atitudes de Cícero podem auxiliar em situações reais do seu trabalho.

4. “O Primeiro Ano – Como Se Faz Um Advogado”

(Fonte: Editora Record/Reprodução)

O autor conta suas experiências durante o primeiro ano do curso de Direito na Universidade de Harvard, uma das mais importantes do mundo. A obra é interessante porque é bastante detalhista e descreve uma realidade diferente da do estudante brasileiro.

5. “O Sol é Para Todos”

(Fonte: José Olympio/Reprodução)

O enredo acontece na década de 1930 e narra a história de um advogado que resolve defender um homem negro no sul dos EUA, em meio a uma sociedade injusta e preconceituosa. O livro ganhou o Prêmio Pulitzer em 1960 e talvez seja o mais indicado entre advogados americanos e canadenses.

Na obra é destacada a postura ética, corajosa e inteligente do advogado Atticus Finch, além de sua perseverança.

6. “O Processo”

(Fonte: Companhia das Letras/Reprodução)

Essa é uma obra amplamente indicada para os advogados criminalistas e conta uma situação um tanto absurda, pois, durante o processo, o réu não sabe do que está sendo acusado. É, portanto, uma forma de abrir os olhos dos leitores para os casos de injustiça e privação dos direitos.

7. “Crime e Castigo”

(Fonte: Editora 34/Reprodução)

Um clássico russo de 1866, no qual um jovem comete um crime e passa anos se martirizando pela culpa e pelo medo da punição. Apesar de antigo, o livro se mantém atual, com o objetivo de nos fazer refletir sobre atitudes prepotentes.

8. “A Firma”

(Fonte: Rocco/Reprodução)

Esse livro descreve com exatidão a rotina de pressão, correria e glamour nos grandes escritórios de advocacia dos EUA. A obra conta a história de Mitchell, que se forma como advogado em Harvard e vai trabalhar em um escritório especializado em direito tributário. Tudo parece perfeito em sua rotina, mas só parece.

9. “Memórias do Cárcere”

(Fonte: Record/Reprodução)

Graciliano Ramos escreveu essa obra durante o período em que ficou preso na época do Estado Novo. Ele relata tudo o que viveu, entre torturas e privações de direitos, afinal viveu em uma ditadura.

10. “A Casa Soturna”

(Fonte: Nova Fronteira/Reprodução)

Escrito na segunda metade do século XIX, esse livro critica o próprio processo judicial, apontando seu impacto na vida daqueles que dele dependem. O romance conta uma história sombria, em que herdeiros aguardam pelo fim de um processo que dura tanto tempo que começa a perder o sentido.

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